19 agosto 2008

Never again

Mordo com raiva seu lábio inferior e digo que não aturo mais essas merdas. Vou-me embora, digo alto e a bom som.

Pego na carteira e viro as costas. Mal ponho a mão na porta, sinto que ele me puxa os cabelos com força. Aperta meu rabo contra o seu tesão duro e declarado. Chama-me de cabra, puta e mimada. Tudo bem baixinho e com a boca colada ao meu pescoço.

Fico.

7 comentários:

Salve Jorge disse...

Ela o morde
Forte
Está indiguinada
Com mais uma escapada
Sem ser convidada
Diz que vai embora
Que há um mundo lá fora
Que a aguarda
Mas é aí que baixa a guarda
E já na porta
Ele a conforta
Diz que a vida é coisa morta
Sem ela
Sem seu cheiro de canela
E suas artes
O gosto de suas partes
Que ele já mordiscava
Enquanto a atiçava
Dizia ao pé do ouvido
És minha putinha safada
E por seres tão mimada
Que ele a encoxava
NA aprede colava
E lhe saboreava
O pescoço
Sou teu moço
Não te esqueça
Que te subo a cabeça
Sua cabeça enlouqueço
Faço ela rodar
Faço a explodir
Começo a lhe despir
E quando pensas em ir
Vês que só quer ficar...

VANUZA PANTALEÃO/OBRA LITERÁRIA disse...

Oi, Diva!
Mas que sumiço, hein?
São os desvarios do amor, quem poderá entendê-los?
Linda tarde...

daniel disse...

Diva

Mauzinho, hein?
Ai... se houvesse inferno!...

Beijo
Daniel

~pi disse...

just

in

time!! :)

Bia disse...

Huumm.. mauzão gostoso .. :D

miminho... atrevidos!

NAELA disse...

Linda....hummmmmmmmmmm delicia;)

Dawa disse...

Eu não voltava. eheh
Sou teimosa mesmo!
Beijo